O ex-chefe e CEO deixou os cargos de chefe de equipe e CEO em 9 de julho de 2025.

A Red Bull confirmou oficialmente nesta segunda-feira (22) a saída de Christian Horner do comando da equipe de Fórmula 1, encerrando um ciclo de duas décadas à frente da divisão esportiva da empresa. Horner deixou os cargos de chefe de equipe e CEO em 9 de julho de 2025, após o Grande Prêmio da Inglaterra, mas manteve vínculo contratual com a Red Bull por algumas semanas. O desligamento definitivo ocorreu apenas agora.
Sob o comando de Hornor, a Red Bull garantiu oito títulos de pilotos — com Sebastian Vettel e Max Verstappen — além de seis títulos de construtores, 124 vitórias, 287 pódios e 107 poles. Números que o consolidaram como um dos chefes de equipe mais vitoriosos da história da F1.
No entanto, o fim de sua trajetória na Red Bull foi marcado também por controvérsias e uma queda no desempenho da equipe. A saída de figuras importantes, como Adrian Newey e Jonathan Wheatley, foi um sinal de turbulência interna. Também pesou, segundo relatos, uma investigação movida contra Horner em fevereiro de 2024 por alegações de conduta imprópria, as quais ele sempre negou.
Apesar da ruptura, Christian Horner não descartou um retorno ao grid da F1. De acordo com o jornal neerlandês De Telegraaf, existe uma cláusula em seu contrato que impede assinar com outra equipe até 9 de abril de 2026.
Finalmente, embora seu desligamento tenha sido consumado, o valor exato da indenização só será oficialmente divulgado em 30 de setembro de 2026, quando a Red Bull tornar público seu relatório financeiro correspondente.



