A transação já é considerada uma das maiores da história da Fórmula 1.

A McLaren Racing confirmou a venda de 30% de suas ações para o fundo soberano do Bahrein, Mumtalakat, e o CYVN Holdings, elevando o valor de mercado da equipe de Fórmula 1 a US$ 4,1 bilhões (cerca de R$ 21,8 bilhões). O CEO Zak Brown anunciou o negócio em entrevista à Bloomberg, destacando que a transação foi concluída integralmente, transferindo 100% do controle aos investidores atuais.
Brown atribuiu o crescimento ao boom da F1 sob a Liberty Media, com teto orçamentário garantindo estabilidade financeira e competitividade inédita – quatro equipes e sete pilotos vencedores em 2024. “O esporte está em alta: fãs em centenas de milhões, patrocinadores globais e demanda por 30 GPs”, afirmou. A venda, impulsionada pelo título de construtores da McLaren em 2024 após 26 anos, reflete o apelo midiático da categoria, impulsionado pela Netflix.
Outras equipes seguem o ritmo: a Sauber vendeu 30% ao fundo do Catar, preparando-se para se tornar Audi em 2026. A F1 acelera rumo a um futuro de investimentos recordes.



