O evento segue até 5 de outubro com o Brasil mirando mais recordes.

Em uma madrugada dourada para o atletismo brasileiro, Maria Clara Augusto e Bartolomeu Chaves consolidaram o Brasil na liderança do quadro de medalhas com 10 ouros, 15 pratas e sete bronzes – totalizando 32 pódios, dois à frente da China.
A potiguar Maria Clara, de 21 anos, faturou seu primeiro título mundial nos 400m T47 (deficiência nos membros superiores) com marca pessoal de 56s17, superando a russa Anastasiia Soloveva (57s63) e a alemã Jule Ross (57s78), após bronze em Paris 2024 e prata nos 100m no mesmo Mundial.
Logo após, o maranhense Bartolomeu Chaves defendeu o título nos 400m T37 (paralisia cerebral) com recorde do campeonato de 50s13, deixando o russo Anton Feoktistov (50s64) e o colombiano Yeferson Suarez (51s19) para trás – sua quarta medalha em Mundiais.
Os feitos, celebrados nas redes do Comitê Paralímpico Brasileiro, reforçam o domínio verde-amarelo na pista, com Maria Clara ainda na disputa dos 200m. O evento segue até 5 de outubro, com o Brasil mirando mais recordes.




